terça-feira, 13 de agosto de 2013

"Não me julgue pelo que possuo, julgue-me pelo meu caminho. Experimente andar por todos desertos que enfrentei, pelas trilhas de dor, de renúncia. Ouse atravessar o percurso da humilhação, da calúnia. Consegue? Então poderá me analisar e me julgar com excelência!"
(Denilson D. Monteiro)

sábado, 10 de agosto de 2013

Ele & Ela

Ele a amava,
Amor antigo...
Queria estar sempre junto!
Ele era inteligente, envolvente,
Descolado, tinha assunto para a noite toda.
Ela era apática; bonita, mas sem brilho,
Dela, queriam somente o corpo,
só ela não percebia,
exceto ele, que queria sua alma!
Ele era constante, ela inconstante.
Ela queria curtição,
mas havia algo que a ligava a ele,
sexo talvez, segurança, certa afinidade...
Ele teve que suportar vê-la em vários braços,
Dor, mágoa, ferida, enfim, cicatriz!
Ela reapareceu,
Ambos cediam ao tempo e sempre ficavam.
Ela sempre pensava que quando quisesse o teria.
Ele pensou que ela poderia amadurecer,
Fazia novos planos,
Nova chance a deu,
Triste engano, ela continuava a mesma,
agia da mesma forma, apenas mudara de endereço.
Ele desencantou de vez!
Finalmente, deu chance a um novo amor!
Ela caiu na real,
Triste fim, ao perceber
que ele era seu mundo,
enquanto ela,
já não era mais o mundo seu!
(Denilson D. Monteiro 9/08/13)

domingo, 4 de agosto de 2013

Felicidade

A felicidade é construída, por isso, evite tudo que lhe faz mal. Fuja daqueles que de alguma forma não contribuem para seu o crescimento. Demonstre amor, mas redobre a guarda. Não insista no passado que fraquejou, selecione tudo que ouvir, não acredite em tudo que dizem a seu respeito. Em vez de alimentar cobras, plante uma flor! (Denilson D. Monteiro)

domingo, 26 de maio de 2013

Exibido, eu?


Se eu gostasse de contar vantagem, talvez manifestaria extensivos bons acontecimentos que me sucedem, sinceramente, minha personalidade não é vitrine, não sou mercadoria exposta. Quando estamos bem conosco, não precisamos de exibicionismo.
A discrição, em determinados contexto, é um meio de PRESERVAÇÃO! Portanto, volte-se para seu interior, exteriorize suas emoções, mas com sabedoria!
Denilson D. Monteiro 26/05/2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Bebes, desta fonte sem fim!

Sedenta, bebes desta água de amor!
Lembras lentamente do nosso cansaço,
de cada passo em busca dessa deserta nascente...
Recordas da partida, a qual nos foi dolorida
E achávamos que jamais nos encontraríamos,
era o meu passo ao teu desencontro,
tua partida contrária a minha chegada,
Dois corações unidos no rol memorável dos séculos,
desaguamos, finalmente, no princípio.
Regressamos do remoto passado,
Sem a impaciência febril do mancebo,
Mas com o ardor do amor que inflama,
Lentamente, saciemos a delícia interrompida,
Revivamos o sublime inacabado
desse eterno romance sem fim!
Denilson David Monteiro 21/05/2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Onde os Oceanos se Encontram



Onde todos os oceanos se encontram, aflora uma ilha pequena. Ali, desde sempre, viviam Lânia e Lisíope, ninfas irmãs a serviço do mar, que no manso regaço da praia, vinha depositar seus afogados.
Cabia a Lânia, a mais forte, tirá-los da arrebentação. Cabia a Lisíope, a mais delicada, lavá-los com água doce de fonte, envolvê-los nos lençóis de linho que juntas teciam. Cabia a ambas devolvê-los ao mar para sempre.
E na tarefa que nunca se esgotava, passavam as irmãs seus dias de poucas palavras.
Foi num desses dias que Lânia, vendo um corpo emborcado aproximar-se flutuando, entrou nas ondas para buscá-lo, e agarrando-o pelos cabelos o trouxe até a areia. Já estava quase chamando Lisíope, quando, ao virá-lo de rosto para cima, percebeu ser um homem jovem e lindo,. Tão lindo como nunca havia visto antes. Tão lindo, que preferiu ela própria buscar água para lavar aquele sal, ela própria, com seu pente de concha, desembaraçar aqueles cachos.
Porém, ao envolvê-lo no lençol ocultando-lhe corpo e rosto, tão grande foi seu sofrimento que, num susto, descobriu-se enamorada.
Não, ela não devolveria aquele moço ao oceano, pensou com fúria de decisão. E rápida, antes que Lisíope chegasse, correu para uma língua de pedra que estreita e cortante avançava mar adentro.
- Morte! – chamou em voz alta chegando na ponta. – Morte! Venha me ajudar.
Não demorou muito, e sem ruído a morte saiu de dentro d’água.
- Morte! – disse Lânia em ânsia, - desde sempre aceito tudo o que você me traz, e trabalho sem nada pedir. Mas hoje, em troca de tantos que te devolvi, peço que seja generosa, e me dê o único que meu coração escolheu.
Tocada por tamanha paixão, concordou a morte, instruindo Lânia: na maré vazante deveria colocar o corpo do moço sobre a areia, com a cabeça voltada para o mar. Quando a maré subisse, tocando seus cabelos com a primeira espuma, ele voltaria à vida.
Assim fez Lânia. E assim aconteceu que o moço abriu os olhos e o sorriso.
Mas em vez de sorrir só para ela que o amava tanto, desde logo sorriu mais para Lisíope, e só para Lisíope parecia ter olhos.
De nada adiantavam as insistências de Lânia, as desculpas com que tentava afastá-lo da irmã. De nada adiantava enfeitar-se, cantar mais alto que as ondas, quanto mais exigia, menos conseguia. Quanto mais o buscava para si, mais à outra ele pertencia.
Então um dia, antes do amanhecer, ajoelhada sobre a ponta de pedra, Lânia chamou novamente:
- Morte! Morte! Venha me atender.
E quando a silenciosa chegou, em pranto e raiva pediu-lhe que atendesse só o último de seus pedidos. Levasse a irmã. E nada mais quereria.
Seduzida por tamanho ódio, concordou a morte. E instruiu: deveria deitar a irmã na areia lisa da maré vazante, em noite de lua, com os pés voltados para o mar. Quando, subindo a água, o primeiro beijo de sal aflorasse, ela a levaria.
E assim foi que Lânia esperou uma noite de luar, quente e perfumada, e chegando perto de Lisíope lhe disse:
- Está tão linda a noite, minha irmã, que preparei tua cama junto à brisa, lá onde a areia da praia é mais fina e mais lisa.
E conduzindo-a até o lugar onde já havia posto seu travesseiro, ajudou-a a deitar-se, cobrindo-a com o linho do lençol.
Em seguida, sorrateira, esgueirou-se até uma árvore que crescia na beira da praia, e subiu até o primeiro galho, escondendo-se entre as folhas. De olhos bem abertos, esperaria para ver cumprir-se a promessa.
Mas a noite era longa, na brisa vinha cheiro de jasmim, o mar apenas murmurava. E aos poucos, agarrada ao tronco, Lânia adormeceu.
Dorme Lânia na árvore, dorme Lisíope perto d’água, quando um raio de luar vem despertar o moço que dorme, quase a chamá-lo lá fora com todo seu encanto. Ele se levanta e sai. Estonteado de perfumes caminha, vagueia lentamente pela ilha, até chegar à praia, e parar junto a Lisíope. No sono, o rosto dela parece fazer-se ainda mais doce, boca entreaberta num sorriso.
Sem ousar despertá-la, o jovem se deita ao seu lado. Depois, bem devagar, estende a mão, até tocar a mão delicada que emerge do lençol. Sobe o amor no seu peito. Na noite, a maré sobe, e vem encontrá-los, mãos dadas sobre a fina areia.
Já era dia quando Lânia, empoleirada no galho, despertou. Luz nos olhos, procurou na claridade. Viu o travesseiro abandonado. Viu o lençol flutuando ao longe. Da irmã nenhum vestígio.
- A morte fez o combinado – pensou, descendo para correr ao encontro do moço.
Mas não correu muito. Diante de seus passos, estampada na areia, deparou-se com a forma de dois corpos deitados lado a lado. A maré já havia apagado os pés, breve chegaria à cintura. Mas na areia molhada a marca das mãos se mantinha unida, como se à espera das ondas que subiam.

Marina Colasanti

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Quem fui/ Quem sou...


Quem fui? Não sei bem, sei apenas quem hoje sou!
O que fui de mal, de arrogante, de presunçoso,
O que fui de vaidoso, de estúpido, de grosso,
O que em mim consistia de medroso, de recatado, de mascarado,
O tempo veio impetuoso, superior, sem dó,
Catedrático algoz, bondoso obstinado,
Enruga a pele, santifica a alma!
Quem sou hoje, bem sei,
Bem sei que meu  infrutuoso eu,
Passou pela ardente chama que apura,
Mas aquele não era eu, era um ingênuo ser,
Sem instrução!
Denilson 08/05/13

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Por que ignoramos?

Ignoramos porque crescemos, porque aprendemos que não é necessário convencer ninguém das nossas convicções.
Somos apáticos a certas discussões não por sermos fracos, todavia, porque aprendemos que não alteraremos opiniões alheias.
Aprendemos  a sermos indiferentes até mesmo quando somos agredidos, pois compreendemos o outro como alguém que precisa de ajuda e sabemos que talvez nós não seremos o norte para esse alguém.
As pessoas que evoluem jamais são repetitivas na agressão, geralmente a boca fala do que o coração está cheio.
Tenho amigos a conhecer, quero novos sabores, crescimento humano e profissional. Estou sob uma redoma de amor, cuidado, carinho, sinto-me amado, seguro e feliz. Então minha oferta não pode ser diferente!
Denilson D. Monteiro  26/04/13





terça-feira, 23 de abril de 2013

Para Ser Feliz e Vencedor!

Aprenda a ser feliz, compartilhar sua felicidade com quem você tem certeza de que realmente será uma partilha.
Não se importe em provar nada a ninguém, apenas caminhe. Nunca dependa de aplausos para ser realizado, desenvolva o seu potencial profissional, porém, nunca se esqueça de que o potencial emocional deve andar junto para a plenitude do sucesso.
Não perca tempo questionando os que saíram de sua vida, os que enfraqueceram sua confiança, observe os que estão entrando, pois sabe que agora tem maturidade para selecionar a excelência, já que dantes considerava a quantidade.
Não se importar é um jocoso ofício, menosprezar a suposta astúcia de quem pensa lhe enganar.
Sucesso é embasado no enfrentamento dos ventos não favoráveis; se constrói com resiliência, só são aclamados heróis aqueles que resistiram. Por isso, esquive-se de perdedores, associe-se aos bons, aos que já venceram: o espelho só reflete onde você o posicionar! 

Denilson D. Monteiro 23 /04 /13

segunda-feira, 22 de abril de 2013

domingo, 14 de abril de 2013

Meu Saudosismo!



-" Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os faz muito tempo. Mas não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam das raízes."
( O Pequeno Príncipe- Antoine Saint- Exupéry)

Sempre fui muito saudosista, mas nestes últimos dias tenho sonhado, acordado com estranhas lembranças da adolescência.
Lembranças que dominam minha memória: músicas, lugares, amigos que estavam sempre comigo mais ou menos dezesseis anos atrás. Não sei se meu inconsciente traz à tona devido ser este o mês em que faço aniversário.
Tenho buscado amigos que se foram, tenho buscado meu “eu” dessa época, não me reconheço como antes. Também pudera, dei oportunidade ao progresso emocional, em alguns momentos fui obrigado, devido as circunstâncias, ao amadurecimento .
Já sei conviver com muitas perdas, já aprendi a lidar melhor com o desprendimento, aprendi viver com a bonança e à mingua.
Nas lembranças tenho passeado no passado, transitado por ruas, pela casa antiga, tenho convivido constantemente com os amigos, sobretudo, com a pureza dessa época adolescente. Revivo sensações das primeiras paixões, da crença naquilo que hoje desiludi.
Tenho visto nessas minhas reminiscências os amigos, nossas brincadeiras despreocupadas, mas minha mente me traz repentinamente ao presente. Percebo o quanto estão longe, talvez já nem se importam das mesma forma que eu, porque para mim é significativo preservar, manter as origens.
Os homens realmente não fazem caso dos vínculos, nem todos os levam em consideração. Não os posso julgar insensíveis porque as responsabilidades adultas nos imputam sofreguidão.  
Por isso, às vezes,  sofro com as lembranças, essas raízes fazem parte da minha vida  e não  desejo perdê-las, posto que minhas histórias  contribuem positivamente para minha atual essência.
14/04/13

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Liberdade de expressão ou de agressão ? Contra resposta ou ataque pessoal?


Quando era criança, morava em uma chácara, em uma casinha simples, janelas de tábua, 2 quartos, uma cozinha pequena que, na lateral, tinha um fogão à lenha. Minha mãe o acendia todos os dias e quando acumulava a cinza, cuidadosamente ela a removia , pois a cinza acumulada impedia que o fogão fosse reacendido.
O tempo passou, mudei, cresci, mas ainda percebo que todas as tardes as cinzas precisam ser removidas. Tenho observado constantemente cinzas, não no sentido literal, todavia,  cinzas de hipocrisia, maldade, agressão, presunção, desrespeito, interesse pessoal.
No cenário político, temos visto a efervescência  contra um homem, mas quem é ele, por que “todos”, inclusive a mídia, de maneira agressiva vem o combatendo ? Como disse em um post anterior não merecia atenção, e presumo, até mesmo maior, por se tratar da “Comissão de Constituição e Justiça da Câmara” , ou seja, no sentido lato (direitos igualitários à população brasileira, inclusive, às minorias) a representatividade por dois recém-condenados mensaleiros José Genoino e João Paulo Cunha ?
Uma ressalva, concordo plenamente que casais gays tenham assegurados direitos, como pensão e herança, dentre outros,  concordo que as pluralidades devem ser  respeitadas. Contudo, DISCORDO que as posições divergentes não tenham direito de opinar, sejam  essas de parlamentares ou não! Para  isso existe o voto, a bancada que defenderá os direitos, vetarão ou não projetos, queiram ou não, de acordo com seus ideais. Ideais esses que nascem de um grupo dos mais variados campos de conhecimento, inclusive de agnósticos, ateus e religiosos!
Tenho acompanhado as divulgações nas redes sociais, posso afirmar que A MAIORIA dessas divulgações tentando achar erro no Feliciano, e com certeza acharão (parto do princípio da imperfeição humana). Esses divulgadores de opiniões não são exatamente os mesmos que dizem reivindicar  TOLERÂNCIA, RESPEITO E COMPREENSÃO, IGUALDADE ?
Não somos perfeitos, Marco Feliciano também não é, Jean Wyllys do mesmo modo,  não é (Por sinal, no BBB, mostrou que sabe “jogar muito bem”)!
Somos humanos, quem nunca mentiu ? Quem nunca fez um comentário infeliz e depois se recobrou ?  Qual líder, religioso ou não, que é infalível ?  Quem nunca conscientemente ou inconscientemente suprimiu a aparência ? João Batista, certamente nos chamaria de raça de víboras e Cristo ainda nos diz: atirem a primeira pedra!
E por se falar em Cristo, vocês já observaram como estão atacando  severamente a fé cristã ?
Exprimem ideais de negação, especialmente aos evangélicos, taxando-os de estúpidos, sem instrução. São “verdadeiros peritos” da propriedade intelectual.

Sabe-se que o intelectual age por ação reflexiva, se embasam na autoridade científica, não impõe, expõe!
...mandar prender não é democrático, mas a anarquia é!
Que grupo “democrático-ditatorial” é esse que quando são contrariados adquirem posturas controversas, piores daquelas que condenam? Que beijam para contrariar e banalizar, utilizando de um ato que julgam tão afetuoso e bonito, independente da orientação sexual? Sobem na mesa da Câmara em forma de protesto? Concluo, com essa postura, que mandar prender, não é democrático, mas a anarquia é! Misteriosa contradição...
Tenho visto na internet uma camarilha, cujas  “defesas” giram em torno de ataque pessoal, ironias desenxabidas, palavras depreciativas ao extremo! Já li até um post no facebook em que o autor dizia que a mãe de Feliciano devia o ter abortado, enfim, posturas e declarações com conteúdos excessivamente piores do que o acusam!
Recentemente li uma frase depreciativa desses “defensores da tolerância” que: só quem  tem “mente de ovelha”, pode seguir a “um pastor”. Não sou seguidor de um pastor, de um padre, de um rabino, como bilhões de cristãos não são! Mas, cá pra nós, se tratando da simbologia da ovelha, que “bunitinhu” (rs), mansa, calma. Já a do bode, altivo, excitador de rebelião, de tal maneira que só ele consegue!
Estes  bodes cibernéticos, pregam JUSTIÇA,DIREITOS IGUAIS, VERDADE, FONTES FIÉIS e o diabo a quatro, PORÉM postam, divulgam qualquer bodega de informação. Ainda mais, acham que pelo grito, pela rebelião, se constrói democracia, liberdade estranha que oprime!
Meu querido leitor, apenas duas coisas são necessárias: o bom-senso e o pensamento em ação, para tirar suas próprias conclusões e remover as cinzas da CRUELDADE. Por fim, retomo ao coletivo da grei, embora esteja longe de ser um carneiro, prefiro ovelha a bode!
Denilson David Monteiro 05 /04 /13

sábado, 30 de março de 2013

MARCO FELICIANO ME REPRESENTA SIM!

O que você ouviu e viu que dá base para afirmar que Marco Feliciano é preconceituoso,dissimulado,homofóbico?
Em nenhum momento ele afirma que ser negro é ser amaldiçoado, em nenhum momento ele afirmou repugnar gays, apenas não concorda com o casamento gay (liberdade de expressão), isso não o faz racista!
Agora, caso me mostre um vídeo dele afirmando isso eu serei um militante contra ele!
A mídia lançou frases soltas, como se ele tivesse falado, muitos compartilharam informações sem preocupar-se com a fidelidade das fontes, tornaram-se "fantoches" da mídia, como muitos fazem e ainda querem constantemente desmoralizar os cristãos, atribuindo caracterísitcas preconceituosas como fanáticos, ignorantes! Quando a muitos falta interpretação.
A frase que causou tanta confusão foi "Africanos Descendem do Ancestral Amaldiçoado por Noé", não vejo motivo para tamanha crueldade com um ser humano, embora saiba que existe por detrás dessas cortinas, uma jogada política muito bem orquestrada, impedindo até os “nobres intelectuais” de ver!
A afirmação de Marco Feliciano poderia ser: “Italianos descendem de uma raça almadiçoada por Noé”!
De onde veio a maldição (segundo a corrente teológica)?
RESPOSTA:De Noé e não da cor de pele de Noé! Sobre o que repousa a maldição? Sobre ondeeeee?
RESPOSTA: Sobre o continente africano! Ufa! Pensei que fosse sobre a cor de pele que atraisse a maldição!
Depois são os cristãos que interpretam diferente, são ignorantes! Desconhecem semântica! rs
É tão simples! Caso a afirmação fosse: “os africanos são negros porque foram amaldiçoados por Noé”, aí sim, meu querido (a), todavia, ele disse "Os africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé”. A maldição veio da cor da pele? Ou de Noé? O continente africano é somente formado por negros? Valha-me! É só se informar um pouquinho pars se saber que existe a “ÁFRICA BRANCA”.
A maldição, segundo a doutrina bíblica, vem pelo pecado, por quebra de princípios, ou seja, a maldição veio pelo erro, não pela raça. De acordo com o cristianismo, a maldição vem pelo pecado. E outra, o teólogo Marco Feliciano não se esqueceria do versículo paulino "e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação..."Atos 17:26! E que Deus não faz acepção de pessoas "E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas;
Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo.(Atos 10:34-35).
Provavelmente, esse jogo midiático foi montado para esconder os recém-condenados José Genoino e João Paulo Cunha que assumiram cargos públicos importantíssimos “Comissão de Constituição e Justiça da Câmara” e sabe se lá para mais o que... Onde está o protesto, onde está a mídia?
Condenar um Palarmentar, eleito democraticamente, com quase 212 mil votos, sem uma análise profunda de suas raízes, por uma breve e mal interpretada frase de twitter, e julgá-lo por ter seus posicionamentos cristãos, é desumano. Tenho direito de ter raiva, não de ser CRUEL, MENTIROSO, CALUNIADOR! Ser hétero, gay, trans. não torna ninguém desumano, mas ser CRUEL sim!
Ressalto que o propósito desse texto não é o de afirmar que ele seja um “santo”, pois não convivo com ele. Se, no futuro, existir alguma improbidade administrativa, que o julguem os tribunais e que ele receba sua condenação. Agora que ele seja racista, preconceituoso e que não possa ocupar tal cargo é outra história!
E é por isso, e por acompanhar já algum tempo seu ministério, quanto mais o criticam, mais o admiro: “MARCO FELICIANO ME REPRESENTA SIM!”, embora, a multidão, coincidentemente com a época, grita: CRUCIFICA-O!
Esse vídeo é excelente, reflitam!