domingo, 7 de dezembro de 2014

No meu labirinto...

Dentro de mim existem noites intermitentes de sonhos...
Dias que correm como se almejassem interromper meus ideais.
No meu labirinto existem paredes de suor, de lágrimas,
Paredes marcadas por aqueles que ali se perderam...
No meu labirinto há fogo, e águas que correm.
Em um cômodo há opera incessante,
Em outro, silêncio total.
No meu complexo labirinto, há enormes cicatrizes,
Tatuagens que simbolizam que a alma se curou.
Dentro de mim há um labirinto,
Nele me perdi e me encontrei.
No seu limiar se encontra minha alma.
E ela luta, cansa, é recriada a cada dia,
Indescritível, não lida,
Tudo e nada!


Denilson D. Monteiro- 07/12/14

Deus que muda o tempo


Ontem, percebi ao arrumar para ir para o trabalho que estava um calor daqueles. Tempo abafado, solzão de rachar. Não tenho o hábito de trabalhar com bermuda, mas não hesitei.
À noite, ao sair de um serviço e ir para o outro, ventava muito e, de repente, o vento estava gelado. Parecia noite de inverno. Ainda bem que deixo guardada uma blusa de frio para essas eventualidades.
Mas, o intuito desta prosa em questão não é a mudança climática. Deparei-me com a seguinte reflexão: "Deus tem o poder de mudar o tempo de uma hora para outra, o que dirá então a nossa vida?
Não desanime em meio às lutas existenciais. De uma hora para outra, o Senhor é PODEROSO suficientemente para dar um basta em seu problema.
Ele estabelece os limites do mar, assim como os da nossa vida! Alegre-se, Deus tem um novo tempo ao que crê!
"Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças?" (Isaías 40:12)
(Denilson D. Monteiro)

terça-feira, 13 de agosto de 2013

"Não me julgue pelo que possuo, julgue-me pelo meu caminho. Experimente andar por todos desertos que enfrentei, pelas trilhas de dor, de renúncia. Ouse atravessar o percurso da humilhação, da calúnia. Consegue? Então poderá me analisar e me julgar com excelência!"
(Denilson D. Monteiro)

sábado, 10 de agosto de 2013

Ele & Ela

Ele a amava,
Amor antigo...
Queria estar sempre junto!
Ele era inteligente, envolvente,
Descolado, tinha assunto para a noite toda.
Ela era apática; bonita, mas sem brilho,
Dela, queriam somente o corpo,
só ela não percebia,
exceto ele, que queria sua alma!
Ele era constante, ela inconstante.
Ela queria curtição,
mas havia algo que a ligava a ele,
sexo talvez, segurança, certa afinidade...
Ele teve que suportar vê-la em vários braços,
Dor, mágoa, ferida, enfim, cicatriz!
Ela reapareceu,
Ambos cediam ao tempo e sempre ficavam.
Ela sempre pensava que quando quisesse o teria.
Ele pensou que ela poderia amadurecer,
Fazia novos planos,
Nova chance a deu,
Triste engano, ela continuava a mesma,
agia da mesma forma, apenas mudara de endereço.
Ele desencantou de vez!
Finalmente, deu chance a um novo amor!
Ela caiu na real,
Triste fim, ao perceber
que ele era seu mundo,
enquanto ela,
já não era mais o mundo seu!
(Denilson D. Monteiro 9/08/13)

domingo, 4 de agosto de 2013

Felicidade

A felicidade é construída, por isso, evite tudo que lhe faz mal. Fuja daqueles que de alguma forma não contribuem para seu o crescimento. Demonstre amor, mas redobre a guarda. Não insista no passado que fraquejou, selecione tudo que ouvir, não acredite em tudo que dizem a seu respeito. Em vez de alimentar cobras, plante uma flor! (Denilson D. Monteiro)

domingo, 26 de maio de 2013

Exibido, eu?


Se eu gostasse de contar vantagem, talvez manifestaria extensivos bons acontecimentos que me sucedem, sinceramente, minha personalidade não é vitrine, não sou mercadoria exposta. Quando estamos bem conosco, não precisamos de exibicionismo.
A discrição, em determinados contexto, é um meio de PRESERVAÇÃO! Portanto, volte-se para seu interior, exteriorize suas emoções, mas com sabedoria!
Denilson D. Monteiro 26/05/2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Bebes, desta fonte sem fim!

Sedenta, bebes desta água de amor!
Lembras lentamente do nosso cansaço,
de cada passo em busca dessa deserta nascente...
Recordas da partida, a qual nos foi dolorida
E achávamos que jamais nos encontraríamos,
era o meu passo ao teu desencontro,
tua partida contrária a minha chegada,
Dois corações unidos no rol memorável dos séculos,
desaguamos, finalmente, no princípio.
Regressamos do remoto passado,
Sem a impaciência febril do mancebo,
Mas com o ardor do amor que inflama,
Lentamente, saciemos a delícia interrompida,
Revivamos o sublime inacabado
desse eterno romance sem fim!
Denilson David Monteiro 21/05/2013