Boa noite, queridos! Conto com vocês, leitores do meu blog para participar em do meu novo canal no YouTube. O canal é voltado para reflexões, texto e trabalhos desenvolvidos. Espero vocês lá...Abraços https://youtu.be/iibcjzmxfkE
Bem vindo a um pouco de meu universo, sente, fique à vontade...vamos tomar um café virtual...Ah, tem que sobrepor um pouco seu sabor amargo, pois amo café forte e meio amargo...Eis aí meu divã, reclina sobre ele seu cansado corpo, diga o que vem à sua mente, vamos tratar das aspirações, sonhos e angústias que lhe rodeiam, afinal, seus sonhos e fantasias são interesses especiais na escuta, analisaremos, mas perdoe-me, não serei neutro, também não o julgarei...
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sábado, 2 de dezembro de 2017
domingo, 26 de maio de 2013
Exibido, eu?
Se eu gostasse de contar vantagem, talvez manifestaria extensivos bons acontecimentos que me sucedem, sinceramente, minha personalidade não é vitrine, não sou mercadoria exposta. Quando estamos bem conosco, não precisamos de exibicionismo.
A discrição, em determinados contexto, é um meio de PRESERVAÇÃO! Portanto, volte-se para seu interior, exteriorize suas emoções, mas com sabedoria!
Denilson D. Monteiro 26/05/2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Por que ignoramos?
Ignoramos porque crescemos, porque aprendemos que não é necessário
convencer ninguém das nossas convicções.
Somos apáticos a certas discussões não por sermos fracos, todavia,
porque aprendemos que não alteraremos opiniões alheias.
Aprendemos a sermos indiferentes até
mesmo quando somos agredidos, pois compreendemos o outro como alguém que
precisa de ajuda e sabemos que talvez nós não seremos o norte para esse alguém.
As pessoas que evoluem jamais são repetitivas na agressão, geralmente a
boca fala do que o coração está cheio.
Tenho amigos a conhecer, quero novos sabores, crescimento humano e
profissional. Estou sob uma redoma de amor, cuidado, carinho, sinto-me amado,
seguro e feliz. Então minha oferta não pode ser diferente!
terça-feira, 23 de abril de 2013
Para Ser Feliz e Vencedor!
Aprenda
a ser feliz, compartilhar sua felicidade com quem você tem certeza de que
realmente será uma partilha.
Não
se importe em provar nada a ninguém, apenas caminhe. Nunca dependa de aplausos
para ser realizado, desenvolva o seu potencial profissional, porém, nunca se esqueça
de que o potencial emocional deve andar junto para a plenitude do sucesso.
Não
perca tempo questionando os que saíram de sua vida, os que enfraqueceram sua
confiança, observe os que estão entrando, pois sabe que agora tem maturidade
para selecionar a excelência, já que dantes considerava a quantidade.
Não
se importar é um jocoso ofício, menosprezar a suposta astúcia de quem pensa lhe
enganar.
Sucesso
é embasado no enfrentamento dos ventos não favoráveis; se constrói com resiliência,
só são aclamados heróis aqueles que resistiram. Por isso, esquive-se de
perdedores, associe-se aos bons, aos que já venceram: o espelho só reflete onde
você o posicionar!
Denilson
D. Monteiro 23 /04 /13
domingo, 14 de abril de 2013
Meu Saudosismo!
-" Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os faz muito tempo. Mas
não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes.
Eles não gostam das raízes."
( O Pequeno Príncipe- Antoine Saint- Exupéry)
Sempre fui muito
saudosista, mas nestes últimos dias tenho sonhado, acordado com estranhas
lembranças da adolescência.
Lembranças que dominam
minha memória: músicas, lugares, amigos que estavam sempre comigo mais ou menos
dezesseis anos atrás. Não sei se meu inconsciente traz à tona devido ser este o
mês em que faço aniversário.
Tenho buscado amigos
que se foram, tenho buscado meu “eu” dessa época, não me reconheço como antes.
Também pudera, dei oportunidade ao progresso emocional, em alguns momentos fui obrigado,
devido as circunstâncias, ao amadurecimento .
Já sei conviver com
muitas perdas, já aprendi a lidar melhor com o desprendimento, aprendi viver
com a bonança e à mingua.
Nas lembranças tenho
passeado no passado, transitado por ruas, pela casa antiga, tenho convivido
constantemente com os amigos, sobretudo, com a pureza dessa época adolescente. Revivo
sensações das primeiras paixões, da crença naquilo que hoje desiludi.
Tenho visto nessas
minhas reminiscências os amigos, nossas brincadeiras despreocupadas, mas minha
mente me traz repentinamente ao presente. Percebo o quanto estão longe, talvez
já nem se importam das mesma forma que eu, porque para mim é significativo
preservar, manter as origens.
Os homens realmente
não fazem caso dos vínculos, nem todos os levam em consideração. Não os posso
julgar insensíveis porque as responsabilidades adultas nos imputam
sofreguidão.
Por isso, às vezes, sofro com as lembranças, essas raízes fazem
parte da minha vida e não desejo perdê-las, posto que minhas histórias contribuem positivamente para minha atual essência.
14/04/13
Sempre fui muito
saudosista, mas nestes últimos dias tenho sonhado, acordado com estranhas
lembranças da adolescência.
Lembranças que dominam
minha memória: músicas, lugares, amigos que estavam sempre comigo mais ou menos
dezesseis anos atrás. Não sei se meu inconsciente traz à tona devido ser este o
mês em que faço aniversário.
Tenho buscado amigos
que se foram, tenho buscado meu “eu” dessa época, não me reconheço como antes.
Também pudera, dei oportunidade ao progresso emocional, em alguns momentos fui obrigado,
devido as circunstâncias, ao amadurecimento .
Já sei conviver com
muitas perdas, já aprendi a lidar melhor com o desprendimento, aprendi viver
com a bonança e à mingua.
Nas lembranças tenho
passeado no passado, transitado por ruas, pela casa antiga, tenho convivido
constantemente com os amigos, sobretudo, com a pureza dessa época adolescente. Revivo
sensações das primeiras paixões, da crença naquilo que hoje desiludi.
Tenho visto nessas
minhas reminiscências os amigos, nossas brincadeiras despreocupadas, mas minha
mente me traz repentinamente ao presente. Percebo o quanto estão longe, talvez
já nem se importam das mesma forma que eu, porque para mim é significativo
preservar, manter as origens.
Os homens realmente
não fazem caso dos vínculos, nem todos os levam em consideração. Não os posso
julgar insensíveis porque as responsabilidades adultas nos imputam
sofreguidão.
Por isso, às vezes, sofro com as lembranças, essas raízes fazem
parte da minha vida e não desejo perdê-las, posto que minhas histórias contribuem positivamente para minha atual essência.
14/04/13
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Liberdade de expressão ou de agressão ? Contra resposta ou ataque pessoal?
Quando era criança,
morava em uma chácara, em uma casinha simples, janelas de tábua, 2 quartos, uma
cozinha pequena que, na lateral, tinha um fogão à lenha. Minha mãe o acendia
todos os dias e quando acumulava a cinza, cuidadosamente ela a removia , pois a
cinza acumulada impedia que o fogão fosse reacendido.
O tempo passou, mudei,
cresci, mas ainda percebo que todas as tardes as cinzas precisam ser removidas.
Tenho observado constantemente cinzas, não no sentido literal, todavia, cinzas de hipocrisia, maldade, agressão,
presunção, desrespeito, interesse pessoal.
No cenário político,
temos visto a efervescência contra um
homem, mas quem é ele, por que “todos”, inclusive a mídia, de maneira agressiva
vem o combatendo ? Como disse em um post anterior não merecia atenção, e
presumo, até mesmo maior, por se tratar da “Comissão de Constituição e Justiça
da Câmara” , ou seja, no sentido lato (direitos igualitários à população
brasileira, inclusive, às minorias) a representatividade por dois
recém-condenados mensaleiros José Genoino e João Paulo Cunha ?
Uma ressalva, concordo
plenamente que casais gays tenham assegurados direitos, como pensão e herança, dentre
outros, concordo que as pluralidades
devem ser respeitadas. Contudo, DISCORDO
que as posições divergentes não tenham direito de opinar, sejam essas de parlamentares ou não! Para isso existe o voto, a bancada que defenderá os
direitos, vetarão ou não projetos, queiram ou não, de acordo com seus ideais. Ideais
esses que nascem de um grupo dos mais variados campos de conhecimento,
inclusive de agnósticos, ateus e religiosos!
Tenho acompanhado as
divulgações nas redes sociais, posso afirmar que A MAIORIA dessas divulgações
tentando achar erro no Feliciano, e com certeza acharão (parto do princípio da
imperfeição humana). Esses divulgadores de opiniões não são exatamente os
mesmos que dizem reivindicar TOLERÂNCIA,
RESPEITO E COMPREENSÃO, IGUALDADE ?
Não somos perfeitos, Marco
Feliciano também não é, Jean Wyllys do mesmo modo, não é (Por sinal, no BBB, mostrou que sabe “jogar
muito bem”)!
Somos humanos, quem
nunca mentiu ? Quem nunca fez um comentário infeliz e depois se recobrou ? Qual líder, religioso ou não, que é infalível
? Quem nunca conscientemente ou
inconscientemente suprimiu a aparência ? João Batista, certamente nos chamaria
de raça de víboras e Cristo ainda nos diz: atirem a primeira pedra!
E por se falar em
Cristo, vocês já observaram como estão atacando severamente a fé cristã ?
Exprimem ideais de
negação, especialmente aos evangélicos, taxando-os de estúpidos, sem instrução.
São “verdadeiros peritos” da propriedade intelectual.
Sabe-se que o intelectual
age por ação reflexiva, se embasam na autoridade científica, não impõe, expõe!
![]() |
| ...mandar prender não é democrático, mas a anarquia é! |
Que grupo “democrático-ditatorial”
é esse que quando são contrariados adquirem posturas controversas, piores
daquelas que condenam? Que beijam para contrariar e banalizar, utilizando de um
ato que julgam tão afetuoso e bonito, independente da orientação sexual? Sobem
na mesa da Câmara em forma de protesto? Concluo, com essa postura, que mandar
prender, não é democrático, mas a anarquia é! Misteriosa contradição...
Tenho visto na
internet uma camarilha, cujas “defesas”
giram em torno de ataque pessoal, ironias desenxabidas, palavras depreciativas
ao extremo! Já li até um post no facebook em que o autor dizia que a mãe de
Feliciano devia o ter abortado, enfim, posturas e declarações com conteúdos excessivamente
piores do que o acusam!
Recentemente li uma
frase depreciativa desses “defensores da tolerância” que: só quem tem “mente de ovelha”, pode seguir a “um
pastor”. Não sou seguidor de um pastor, de um padre, de um rabino, como bilhões
de cristãos não são! Mas, cá pra nós, se tratando da simbologia da ovelha, que “bunitinhu”
(rs), mansa, calma. Já a do bode, altivo, excitador de rebelião, de tal maneira
que só ele consegue!
Estes bodes cibernéticos, pregam JUSTIÇA,DIREITOS
IGUAIS, VERDADE, FONTES FIÉIS e o diabo a quatro, PORÉM postam, divulgam
qualquer bodega de informação. Ainda mais, acham que pelo grito, pela rebelião,
se constrói democracia, liberdade estranha que oprime!
Meu querido leitor,
apenas duas coisas são necessárias: o bom-senso e o pensamento em ação, para tirar
suas próprias conclusões e remover as cinzas da CRUELDADE. Por fim, retomo ao
coletivo da grei, embora esteja longe de ser um carneiro, prefiro ovelha a
bode!
Denilson David Monteiro 05 /04 /13
domingo, 21 de outubro de 2012
"A família não é mais a mesma"
Amigos leitores, como é bom ter família
não é mesmo? Quando participamos daquelas cenas esperadas de feriado, dias
festivos em que nos reunimos à mesa, informais, pai, mãe, irmãos, sobrinhos,
cachorro, vovó e titia...
Segundo uma pesquisa em que li, 30% dos
brasileiros não costumam conversar
durante as refeições com seus familiares.
O tema família está impregnado em nossa
vida, nas novelas, na literatura, na publicidade, na música, na arte.
Interessante se pensar nas mudanças sociais e suas influencias sobre as
famílias. Tudo isso ocorre a partir da metade do século XX tendo como eixo a economia, cultura, legislação,
direito e muito mais.
Os principais processos econômicos que
desencadearam grandes transformações na família:
- A democratização (anos 80)
- Estabilidade da economia (anos90)
- Ascensão das classes populares (2000)
As famílias de hoje refletem em queda de
tamanho; mulheres sem cônjuge com filhos em que a referência familiar é a
mulher e não o homem !
Segundo o IBGE, na França as famílias
vêm recebendo novos nomes: monoparentais, pluriparentais, recompostas e
homoparentais.
O conceito de família passa por três
períodos evolutivos:
- Família
tradicional: submetida por uma autoridade patriarcal, marcada por
casamentos arranjados.
- Família
moderna: fundada no amor romântico (divisão do trabalho e autoridade entre
os cônjuges).
- Família
pós-moderna ou contemporânea: dois indivíduos buscam a realização sexual,
resultando a problemática dos divórcios e
recomposições.
Observe no quadro abaixo “Cena de família de Adolfo A. Pinto, de Almeida Júnior, 1891” o retrato de uma família
tradicional:
Na cena, a figura do pai se destaca,
lê em uma atitude suprema, ninguém o interrompe, trajado formalmente, não se
ocupa das crianças; concentra-se absolutamente na leitura.
Já na figura da mãe, observa-se que ela
aparece ao fundo da cena, mas em posição central, introduzindo e orientando a
filha nos afazeres domésticos; note que sua posição é atrás da figura do homem.
Próximos da mãe estão os membros da
família, só o pai e o menino leem, as outras crianças não se dedicam a uma
tarefa considerada mais nobre, ou seja, estão numa posição hierárquica
inferior. A distinção entre universo masculino e feminino é clara.
As configurações nos tempos modernos do
modelo familiar são outras, bem diferentes das retratadas nessa obra que vimos.
Em suma, cabe a você, leitor, a
constante reflexão diante de um assunto tão polêmico: até que ponto essas transformações são
positivas?
sábado, 18 de agosto de 2012
Lista de atitudes para mudar de vida!
Faça seu papel...Não exija dos
outro, cobre de você...Não se faça de vítima, não se deprima só porque alguém
não lhe quer, dê um basta nessa mania de se achar feio(a), incapaz. O mundo não
gira em torno de você e se você pensa assim, estará destinado ao fracasso.
Até quando se importará pelas opiniões
alheias e deixará de fazer o que sempre sonhou?
Sair do casulo não é fácil,
muitas pessoas morrem nele. Tomar decisões corretas é mais difícil ainda.
Acredito que a vida é breve, a oportunidade é essa: erga sua cabeça, vá à luta,
“sua mente é seu guia” ou você a domina ou ela domina você!
Faça sua oração, considere sua
imperfeição, sinta, sobretudo, o amor e o cuidado de Deus.
Celebre a vida, abra-se para o novo, abrace e sinta o
abraço, bata papo com as pessoas que você ama, principalmente seus pais, descubra
tudo que puder sobre eles.
Faça algo para quebrar a
rotina: um passeio com amigos, vá a uma cachoeira, sente-se na praça.
Visite seus amigos, diga que
você os ama, seja humilde e peça perdão quando errar.
Contemple a natureza, coma seu
doce predileto, sem se preocupar com a dieta.
Observe as estrelas, sente numa
montanha, sinta o vento, tome banho de chuva.
Seja imprevisível, inove seu
humor, brinque como criança, contagie quem está a sua volta.
Aprenda a conviver consigo
mesmo, ainda que no início for difícil, você conseguirá, a dor passa e você
amadurece.
Ouça, aprenda a ouvir, olhar
nos olhos, não dê um retorno
precipitado.
Não cobre das pessoas aquilo
que você considera correto, exponha seus pensamentos, aprenda a tolerância.
Não seja sábio aos seus
próprios olhos, não grite ao mundo suas qualidades, nos atos elas se alteiam,
mais que palavras.
Ainda que cansado, dedique-se a
sua profissão, não reclame, ela lhe dignifica e é sagrada.
Não prometa se não for cumprir.
Omita, mas não minta!
Vive, respeite o próximo, seja
honesto, lance semente no solo da vida e
Deus lhe devolverá bons frutos.
Viva sua singularidade! Viva!
Denilson 18/08/2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Indiferença & Amor
D |
esculpe-me amado leitor a ausência, mas esta foi preciso por questões maiores, no entanto, sempre dou uma passadinha por aqui e percebo o carinho pelo número de visitas e pelos comentários. Não me esqueço dos seguidores fiéis, né Luz? Dentre outros...
Passei por uma mudança de local, de pessoas, de lugares e estou curtindo esse novo período de adaptação, graças a Deus tem sido um período agradável, enriquecedor, pois estar entre novas pessoas nos faz crescer e aprender o novo.
Tenho refletido sobre as importâncias que a gente dá as coisas, importâncias fúteis ou louváveis, importâncias superficiais ou essenciais, dentre estas, ressalto a importância que certas pessoas dão aos que elas consideram seus inimigos. Observo nas redes sociais e principalmente no facebook, como as pessoas usam das mensagens para ataques pessoais aos outros, uma verdadeira guerra no campo virtual que tem gerado graves problemas de ordem pessoal.
Aprendi desde muito cedo que o contrário do amor nunca foi o ódio, mas a indiferença; sim, esta, nos faz frio e inabaláveis a qualquer afronta, se assemelha à morte de um desconhecido. Saiba que a inveja, a calúnia sempre se esconderam na sombra do triunfo.
Nenhum comentário sequer deve abater sua paz interior. A gente só pode oferecer o que tem, o que nossos esforços e a vida nos proporcionaram, portanto, quando rebatemos no mesmo nível, tornamos iguais aos desqualificados.
Não perca seu tempo, nem gaste energias com pessoas que querem tirar sua paz, você deve aprender que ela independe das circunstâncias que o rodeiam, seja FELIZ, SEMPRE!
Denilson 19 /04/ 12
sábado, 4 de fevereiro de 2012
O novo sempre vem...
Queridos leitores, desculpem por ficar um tempo sem postar, mas estava de férias e em minha vida têm sucedido algumas mudanças, não más transformações, são boas, digo de princípio.
Convenhamos que embora modificações aconteçam, é estranho sair da área que se acomodou.
E se os caminhos são novos, existem novas possibilidades, novos jeito de se realizar, novas pupilas a se olhar, novos obstáculos, a partir do momento em que atravessamos a ponte do passado que nos ligava ao futuro.
E Deus sempre nos abre uma nova página, nessa marcha sabemos que junto às dádivas estão os desafios para uma nova aprendizagem.
Precisamos aperfeiçoar o passo, certo estejamos disso, a qualquer tempo e a qualquer hora, e por vezes, detenhamos presos em algum lugar, em alguma circunstância, isso nos impede do novo.
Cabe a cada um remover os laços que nos impedem de avançar!
E para você que sente que precisa de algo novo em sua vida, acredite, converse com Deus e faça por merecer, não deixe as circunstâncias, seu “eu” lhe impedir de acreditar, há esperança, há um novo caminho ao amanhecer!
Denilson 04/02/2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Justificação, Deus e o Tempo
Nem sempre o silêncio significa consentimento, aliado às atitudes, ele se torna a justificação. Quando estamos livres de sentimentos destrutivos, a Divindade coopera ao nosso favor.
Temos que apenas descansar e aprender que Deus nos justifica, quando somos justos. A nossa consciência é um pedacinho de Deus em nós e quando ultrapassamos o limiar da sinceridade, ela grita em nosso ser, fazendo-nos rever nossas atitudes.
Não apresse o rio, nem o voo do condor, não queira que a criança se torne logo adulta, entenda o mistério sútil dos segundos, um a um, formando o desenrolar do tempo futuro.
Agimos por vezes errado, inerente característica humana, e no ímpeto de tentar corrigir um problema, ocasionamos outros, gerando mais desconfiança.
Precisa de JUSTIFICAÇÃO? Descanse no divino divã e saiba que o tempo é aliado de Deus, há certos momentos em que as palavras não conseguirão o que só Deus por intermédio do tempo fará por você, por isso DESCANSE em Deus e ESPERE o TEMPO Dele em sua vida.
Denilson 26 /12/ 11
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Uma só bandeira!
Agradeço a você que tem enriquecido meu espaço com sua visita, sua presença que enriquece, observo que recebo visita de vários países e fico feliz por isso. Que bom seria se existisse uma só bandeira como na letra da canção que ora compartilho. Qual sua nacionalidade? A resposta deveria ser: terreste!
Sonhemos um pouco essa manhã com um mundo mais humano, sem guerras territoriais, com aceitação do outro, sem corrupção, violência, um mundo livre! Plantemos essa sementinha em forma de amor!
Não deixe de ouvir a canção e refletir em cada verso! E gostaria que compartilhasse a frase que mais gostou. A minha é
"Quem me dera que as pessoas que se encontram
Se abraçassem como velhos conhecidos
Descobrissem que se amam
E se unissem na verdade dos amigos"
Se abraçassem como velhos conhecidos
Descobrissem que se amam
E se unissem na verdade dos amigos"
Beijos no coração!
domingo, 16 de outubro de 2011
Desapego!
E a gente aprende a soltar...
Aprendemos a desapegar, lentamente e com dor voraz, que nem nos apercebemos!
A busca entranhada por emoções, por decisões e, por nós mesmos, nos converte em gigantes!
Então já não é mais preciso escalar montanha altaneira, porque a ela superamos.
Nada é mais nenhuma novidade, tudo se torna previsível...
A evolução faz isso com a gente, deixa-nos apáticos de uns e apaixonados por outros...
Sem comoção, indiferentes por uns,
fanáticos por outros, que possuem em seu ser, o que a gente não pode prevenir...
Denilson 16/10/11
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Volte A Ser Criança!
“[...]Então, perdendo a paciência, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o desenho ao lado :
E arrisquei :
- Esta é a caixa. O carneiro está dentro.
Mas, fiquei surpreso de ver iluminar a face do meu pequeno juiz :
- Era assim mesmo que eu queria! Será preciso muito capim para esse carneiro ?
- Por quê ?
- Porque é muito pequeno onde eu moro[...]”
“[...]Infelizmente eu não podia discutir com ele. Eu estava velho demais para ver carneiros por furos de caixas[...]”
Antonie de Saint-Exupéry
Amigos leitores, acho essa passagem do livro “ O Pequeno Príncipe” magnifíca!
Será que você ainda aquela eterna criança? Será que ao menos sabe sonhar?
É estranho pensar que a duração infante é efêmera, por outro lado, devemos ter em mente que o encanto da infância pode e deve ser conservado em nós!
Em mim está bem presente, a imagem indefesa de uma criança magra, brincalhona, sonhadora que era protegida pelos pais!
Lembro-me bem dos sabores daqueles geladinhos ou sacolés (como quiserem chamar), feitos pela vizinha, com um gostinho de plástico.
Por um instante vejo as reuniões de família, os primos que vinham de longe, o Natal...Tudo esplendoroso!
E na hora de dormir eram colchões estendidos por todo lado, dormia ao lado de minha avó e primos, esta, contava-nos histórias mirabolantes de fantasmas, enquanto lá fora chovia, ventava ou estrelas cintilavam!
E a imaginação, o sonho tão vivo, me faziam feliz. Aquela criança pobre sem recursos para brinquedos, inovava sua vida através dos sonhos, da criatividade. Transformava latinhas em carrinhos, a pobreza em requinte.
Através de caixa, enxergava carneiros, serpentes, o futuro e este seria o ideal!
Hoje, muitos adultos, pelas circunstâncias do desejado e não realizado, perderam a imaginação e o poder da criatividade. Deixaram latentes, no recôndito da alma, a nobreza de menino!
Quer ser feliz? Então volte a enxergar carneiros através de caixas, volte sonhar, não deixe a dura realidade apagar aquilo que sonhou para si! Recomece, volte a brincar, volte a entrar nas histórias mirabolantes que sua avó contava, volte a empinar papagaios...retome a inocência que existia em você !

domingo, 9 de outubro de 2011
Controlando a Ânsia De Encontrar Alguém...
Quem nunca se permitiu sonhar? Mas o sonho expresso aqui, não é um simples sonho, é desses sonhos que nos acompanham desde que sustentamos os pensamentos mais racionais e deixamos de lado nossos brinquedos de criança.
Quando iniciamos a tão almejada fase adulta, deixamos de lado nossas fantasias infantis, contudo, trocamo-las por outros devaneios, esses agora também são adultos e nos fazem sofrer mais!
Já desejou vivenciar um amor ardentemente, quem nunca assim o fez? Contraponha, se me engano!
Ainda sonhamos em conhecer alguém, que pode estar do outro lado do mundo, em comum acordo com nossos pensamentos, ligado nesse fundamento, mas distanciado porque ainda não encontrou o ser aquém!
Quem nunca se desligou da realidade e permitiu que, suas representações, em espírito, viessem em si e se viu amando e sendo amado?
Sonhamos... encontrar alguém, em vivenciar o amor cúmplice, sem jamais penetrar nele a desilusão, a falsidade, a traição!
Acreditamos um dia encontrar alguém, em que, por um momento, o tempo pare para que nos olhe e, de repente, alguma atração misteriosa, inexplicável, espiritual atrairá as almas para que os corpos se tornem um!
Quem nunca sonhou ultrapassar a fronteira de si, para que do outro lado resgatemos alguém que virá nos completar?
Sonho que não é impossível, nem certeiro, mas que em nós existe!
Com o tempo exigimos mais de nós e do outro também, dispensamos os corpos, o puro erotismo e pensamos no preciso. Ficamos mais exigentes?
Sim! Dispensamos as ideias juvenis e queremos aquela pessoa prudente, firme no diálogo, constante nas atitudes, mas criativa!
Acredito que tornamos seletivos para não cairmos nas mesmas ciladas das relações anteriores, queremos não só braços, mas laços.
O tempo ainda não trouxe alguém que você merecesse, sente que está a devanear muito ?
Certeiro ou não, precisamos trocar nossas carências por conhecimento, sabedoria, estar atentos as coisas que sucedem em nossa volta, nos permitir amar e mesmo que o amor não chegue agora, teremos outras bases estabelecidas na vida!
Estamos em constante construção, como um pedreiro que de tijolo a tijolo ergue uma casa, a diferença nossa a essa analogia é que não podemos ser previsíveis e sonhar com datas estabelecidas!
Façamos nossa parte, plantemos amor, espalhemos brilho e alegria e que isso em nós se torne devoção, quando agimos assim, não nos desgastamos, pois existe certeza de que estamos fundamentados no bem, e isso basta!
Denílson 26/08/2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Nos bons tempos da velha escola...
Ainda hoje assisti a uma reportagem de um aluno que agrediu uma professora porque ela foi maldosa e não o deixou falar ao celular em aula.
Amo a profissão docente, Paulo Freire define como um sacerdócio, e eu, reles mortal, tenho que concordar com ele, porque só por acreditar em algo transcendental, faz com que permaneçamos na dura lida de ensinar.
Antigamente, quando se fazia uma "bagunça sadia" éramos punidos sem piedade pela escola, por nossos pais e nem direito tínhamos de reclamar, afinal, desproviam-nos de razão.
Bem sei que os tempos mudaram... Ah, como mudaram...
Outrora, no recreio, jogávamos queimada, praticávamos alguma brincadeira. Hoje, não querem cordas, petecas, bolas, querem falar de namoradinhos (as), antes só falassem, mas a pirralhada que mal saiu das fraldas já estão dando trabalho à diretora que tem de sair às pressas para que não se "peguem" atrás da escola (e isso já presenciei). Hormônios à flor da pele, dá-se um desconto, mas convenhamos que conseguíamos ter mais controle sobre nossas libidos.
Não tínhamos material didático, transporte escolar, computador, nadinha, nadinha...era apenas um simples caderno, giz, alguns lápis, mal tínhamos um estojinho para colocar nosso escasso material, mas estávamos lá, com brio e respeito na cara!
Já ouvi pais dizerem que não sabem o que fazer com os filhos, aí fico louco, porque quando aprontava, meus pais sabiam o que fazer comigo e como sabiam! Não quero nem lembrar das sovas, broncas, coças e castigos que restringiam coisas de que gostavam de fazer!
Desculpem-me os que concordam que o bater não resolve, mas definitivamente não aceito como plena essa verdade. Ainda acredito que de vez em quando uma varinha pernas abaixo ou sovando o bumbum faz um bem enorme e ajuda a ovelhinha teimosa a endireitar o caminho, no entanto, ressalto: uma varinha é o oposto de espancar!
Façamos um paralelo e pensemos, éramos ignorantes nos tempos passados, ou essas "crioncinhas" evoluiram demais?
Alguém de vocês se tornaram amargos ou suas personalidades foram distorcidas por conta de uma varadinhas ou até mesmos cintadas?
Fico preocupado, onde vamos parar?
Imaturos que fazem e acontecem sem nenhum mecanismo de coerção! Crianças respondonas aos pais e professores, embasadas pelo sistema que deixam-nas livres!
Talvez, como "sacerdotes educacionais" essa seja mais uma missão de elevado grau espiritual : bodes expiatórios, aceitar o sistema secular, abnegar o passado, isso tudo sem enlouquecer, sem se levar em conta os vexames dos nossos salários, mas isso fica para próxima...
Denilson 23/09/2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A crise existencial junto ao tempo
“Era uma manhã de inverno, as neblinas cobriam as montanhas, tocavam o verde e ofuscava sua tonalidade.
O homem, aquém das vidraças, percebe tudo lá fora, se sente preso, mas não é a prisão sofrida pelos que violam a lei, é a prisão do eu, que sufoca, coloca grades frias na alma.
Quer entender o sentido da vida, da felicidade, das pessoas, e tem certas ideias quanto ao que se destina tudo.
Precisa se encontrar, entender o porquê disto ou daquilo, o que fazer, como fazer, onde fazer.
Ideias perturbadoras subjugam sua mente, será que vai dar certo? Serei feliz? Ou não?
O passado o aflige, o hoje perturba e o amanhã apavora!”
Quantas pessoas não vivem assim? Acredito que a maioria das pessoas passa por um período de questionamento existencial, de incertezas futuras e até mesmo de desânimo diante da vida!
Por vezes temos ideias absurdas de prostração, de frustração, isso é comum, mas deixar que essas ideias o dominem totalmente e o paralise, cabe somente a você.
Existe um momento que temos que arrancar as últimas forças do nosso interior para vencer uma crise existencial.
Em muitas batalhas, parece que amigos somem, que as pessoas que amamos não nos compreendem e nos sentimos sozinhos.
Para vencer é necessário “domar” a mente, cuidar do corpo e não deixar o desânimo apoderar-se.
Os dias maus virão certamente, ninguém ficará livre dele, das lutas interiores para sempre, pois vencemos aqui, lutaremos acolá.
A vida é sempre assim, não é mesmo caro leitor?
Saiba que muitas vezes queremos uma explicação plausível para situações da vida, quem as têm?
Religiões tentam através de conceitos elucidar certos fenômenos que nos advém, particularmente, entendo que Deus ora se revela, ora encobre seus soberanos propósitos e estes são os mistérios.
Algumas coisas não se revelarão na vida efêmera, mas na eternidade.
Existe um véu efêmero que nos separa de certa forma dos mistérios eternos. Isso quer dizer que devemos viver, não desejando saber aquilo que nos é ocultado e aceitando que o tempo urge.
Acredito que o tempo é amigo do Criador, aparentemente nosso inimigo, pois consome nossa juventude, eterniza nosso sofrimento, torna-se veloz quando somos felizes.
Mas ele também revela-nos propósitos eternos, traz em sua mão sabedoria e nos oferece, alguns aceitam, outros não.
Sabedoria que nos ensina o amor próprio, mas que extraí a vaidade excessiva.
Quantas pessoas vivem admirando-se a si, fazem questão de citar todas as qualidades que possuem, às vezes nem as possuem de fato, nem percebem que personificam a soberba, são pessoas que não tem vida social, são tão cheias de si que não atraem amigos, todos se afastam, porque relação é troca, e não meu próprio reflexo no outro.
O tempo nos oferece mudanças, respostas, compreensão, aceitação, mas muitos correm do tempo, eu também corro, pois morro de medo de envelhecer, mas procuro aprender as lições que o tempo me ensina e quer me ensinar.
Alguns viverão uma vida longa e jamais permitirão aprender a ser melhores consigo e com outros!
Passarão para a eternidade inflamadas de orgulho, mesquinharias, invejas, porfias, maldades, egocentrismo, mágoas.
Onde você está preso? Depende de você, do tempo? Está disposto a aprender, aceitar, amar e desprender?
Denilson 28/07/2010
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Meu desejo em relação às MPBs que ouço
Perdoe-me Vinicius e Jobim, mas essa história de “Eu sei que vou te amar” não cola mais, pois eu não posso amar por toda minha vida, nem desesperadamente amar quem não corresponde aos meus sentimentos. Não desejo “sofrer a eterna desventura de viver à espera de viver ao lado seu, por toda minha vida”.
José Augusto me poupe, longe de mim “Agora Aguenta Coração, você não tem mais salvação...”, há remição sim, quando olho para meu eu, aprendendo a me amar!
Esqueço-me de vez do “Oceano” de Djavan, onde “amar é um deserto e seus temores, vidas que vai na cela dessas dores” , preciso de um oásis, segurança, liberdade emocional.
Cartola que me desculpe, mas não vou me queixar às rosas, afinal, elas não falam... Também não quero sonhar um sonho incorrespondido e depois implorar que alguém venha “ver os meus olhos tristonhos”.
Nada de “Vivendo por Viver” do rei Roberto Carlos, nem pega bem a um monarca e aos seus amantes súditos “viver por aí por viver, com valores reprimidos por alguém” e mesmo assim “insistir em cultivar a presença desse “alguém”, mesmo que esse “alguém” nem saiba”, isso é humilhante!
Basta de “Jura Secreta” onde “os beijos de amor que não roubei e as juras secretas que não fiz, entristecem”, quero realização, nada de me martirizar!
Grito de alerta, oh Bethânia, chega desse negócio de “uma dor arruinando meu coração, de um lado carente dizendo que SIM e essa vida da gente gritando NÃO”! Quero aceitar a realidade e desprender da escravidão denominada carência!
Quero mesmo é a resposta para a interrogativa introspectiva de Buarque “O que será que será que dá dentro da gente e não devia, que desacata a gente que é revelia”, visto que, torno mais pleno, quando me entendo.
O que desejo mesmo é ir “caminhando e cantando e seguindo a canção” sobre o embalo de Geraldo Vandré, afinal, Belchior já dizia o que penso, quando compôs “que apesar de termos feito tudo, tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”, então “ viver é melhor que sonhar” e já vem “vindo no vento um cheiro de nova estação”, portanto, vivamos tal novidade!
Quero “a risada mais gostosa” e “esse jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa” de Ivan Lins.
Almejo Elis com sua “casa no campo, onde eu possa ficar do tamanho da paz, compor muitos rocks rurais, a esperança de óculos e o filho de cuca legal, plantar e colher com a mão a pimenta e o sal”.
Anseio seguir o conselho de Tihuana “viver um dia de cada vez, sentir saudades e não ter medo de chorar”.
Desejo desfrutar de “Tempos Modernos” de Lulu Santos, “um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera, tudo isso por cima do muro de hipocrisia, uma vida clara, farta, repleta de toda satisfação”,em que eu possa “viver tudo que há pra viver”, com responsabilidade, é claro!
Quero que, em minha quietude, junto a Milton Nascimento “falar da cor dos temporais e de pequenos fragmentos de luz” e “amar de novo, e se não der, não sofrer”.
Enfim, rogo, que juntos viajemos na “Aquarela” de Toquinho, enfrentando os bens e adversidades existenciais, com muita alegria, garra e determinação, mesmo sabendo que, um dia, enfim, “descolorirá”.
Denilson
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