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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dez Mandamentos da Área de Relacionamentos

Conselhos extraídos dos livros Homens são de Marte, Mulheres São de Vênus, de Jhon Gray, Disciplina, Limite na Medida Certa, de Içami Tiba, Limites sem Trauma, de Tania  Zagury, Decifrar Pessoas, de Jo-Ellan Dimitrius, Faça Amigos, de Andrew Mattews, e Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie

ü Antes de achar-se uma pessoa incompreendida, tente compreender aqueles que estão à sua volta.
ü Nunca deixe de ser verdadeiro consigo mesmo. Se as pessoas discordam das suas ideias ou de seu estilo de vida, o problema é delas, não seu.
ü As pessoas anseiam por reconhecimento. Se você optar por ver o lado positivo delas e as elogiar quando for adequado, elas se sentirão lisonjeadas, e você também sairá ganhando com isso.
ü Um relacionamento é como um pregão da bolsa: tanto pode estar em alta como em baixa. É ilusão achar que possa ser estável. Por isso, vale a pena se reciclar sempre, para manter a “eletricidade” da relação.
ü Os relacionamentos são uma via de mão dupla: para conviverem bem, as duas partes têm de ceder em alguns momentos. Um meio –caminho para o fim de um namoro ou casamento é quando só um dos parceiros impõe sua vontade.
ü Quando sentimentos negativos são reprimidos, sentimentos positivos ficam reprimidos também, e isso pode causar indiferença e até pôr a relação a perder.
ü Lembre-se sempre de que homens e mulheres são seres com profundas diferenças no modo de pensar e agir. As chances de sucesso no relacionamento são muito maiores quando se sabe interpretar os sinais emitidos pelo parceiro.
ü Os pais dão cada vez mais autonomia aos filhos, mas é preciso ensiná-los a assumir as responsabilidades que decorrem dessa liberdade. Por exemplo, delegando-lhe tarefas na administração da casa.
ü Um bom pai  não é necessariamente o que convive com os filhos o tempo inteiro, e sim aquele que não se faz ausente nos momentos críticos. Uma boa metáfora é que os filhos são como carros de corrida e os pais, uma espécie de pit stop onde eles se abastecem.
ü Dizer às pessoas que elas estão erradas é uma ótima maneira de reconquistar os inimigos. . Admitir que você está errado pode ser uma boa maneira de começar uma amizade.

sábado, 30 de julho de 2011

Retrato de um homem ativo!


...É aquele que sabe realizar aquilo que para os outros constitui simples aspiração; que cumpre sempre o seu dever; que tem iniciativa; que não espera as ocasiões, mas que as cria.
Que ataca resolutamente as dificuldades; que há de si;  seja de entrada, boa impressão, que sabe ouvir e calar; que crê no poder divino; que não deixa as coisas no meio; imprime cunho e superioridade em tudo que passa pelas mãos.
Homem, enfim, que toma por divisa:
“aperfeiçoar tudo que puder;
fazer tudo que puder;
fazer tudo o melhor que puder;
melhorar ainda mais aquilo que já tiver realizado”.
Do livro: Sabedoria Universal

sábado, 9 de julho de 2011

Por que ele matou?

 Ele começou a vida com todos os obstáculos e desvantagens clássicas. Sua mãe era uma mulher dominadora, de vontade forte, que achava difícil amar as pessoas. Casou-se três vezes e o seu segundo marido divorciou-se dela porque o espancava regularmente. O pai da criança que estou descrevendo foi seu terceiro marido. Morreu de um ataque cardíaco alguns meses antes do nascimento da criança. Em consequência, a mãe teve de trabalhar longas horas desde a mais tenra idade do filho.
Ela não deu nenhum afeto, amor, disciplina ou educação nos primeiros anos de sua vida. Até o proibiu de lhe telefonar quando estava trabalhando. Outras crianças não queriam saber dele, por isso estava quase sempre sozinho. Foi totalmente rejeitado desde pequeno. Era feio, pobre, mal-educado e detestável. Quando tinha treze anos de idade o psicólogo de uma escola comentou que provavelmente o rapaz nem sabia o significado da palavra “amor”. Durante a adolescência as meninas não queriam saber dele e ele brigava com os garotos.
Apesar de um QI alto, fracassou na escola e finalmente desistiu de estudar no terceiro ano de ginásio. Pensou que seria aceito na Marinha; eles formavam homens, é o que se dizia, e ele queria ser um homem. Mas seus problemas o acompanharam. Outros marinheiros riam dele e o ridicularizavam. Ele se defendeu, resistiu à autoridade, enfrentou a corte marcial e foi expulso da Marinha com uma dispensa desonrosa. Ali estava ele – um jovem com pouco mais de vinte anos – absolutamente sem amigos e naufragado. Era pequeno e magro. Sua voz era esganiçada como a de um adolescente. Estava ficando calvo. Não tinha talento, nem habilidade, nem valor. Nada.
Novamente pensou que podia fugir de seus problemas se fosse morar em um país estrangeiro. Mas lá também foi rejeitado. Nada mudou. Enquanto esteve lá, casou-se com uma jovem que era filha ilegítima e a trouxe de volta aos Estados Unidos com ele. Logo, ela começou a criar o mesmo desprezo por ele que todos demonstravam. Deu-lhe dois filhos, mas ele jamais desfrutou do status e do respeito que um pai deve ter.  Seu casamento continuou a esfacelar-se. Sua esposa exigia, cada vez, coisas que ele não podia lhe dar. Em lugar de aliar-se a ele contra o mundo amargo, como ele esperava, tornou-se o seu mais perverso oponente. Podia derrotá-lo nas brigas e aprendeu a intimidá-lo. Em determinada ocasião, trancou-o no banheiro para castigá-lo. Finalmente forçou-o a abandoná-la.
Tentou viver sozinho, mas sentia-se terrivelmente solitário. Depois de dias de solidão, foi para casa e literalmente implorou que ela o aceitasse de volta. Perdeu todo o orgulho. Rastejou. Humilhou-se. Aceitou suas exigências. Apesar de seu magro salário, deu-lhe algum dinheiro de presente, dizendo que podia gastá-lo como bem entendesse. Mas ela riu dele. Zombou de suas frágeis tentativas em sustentar a família. Ridicularizou seu fracasso. Zombou de sua impotência sexual diante de um amigo que estava lá. Em certa ocasião, quando as trevas de seu pesadelo particular o envolveram, caiu de joelhos e chorou amargamente.
Finalmente, em silêncio, deixou de lutar. Ninguém o queria. Ninguém o quisera. Talvez fosse o homem mais rejeitado da atualidade. Seu ego jazia despedaçado, feito pó!
No dia seguinte, tornou-se um homem estranhamente diferente. Levantou-se, foi à garagem e apanhou uma espingarda que escondera ali. Levou-a consigo para o emprego, que acabara de arranjar, em um depósito de livros. E de uma janela do terceiro andar daquele prédio, logo depois do almoço, no dia 22 de novembro de 1963, atirou duas balas que esfacelaram a cabeça do Presidente John Fitzgerald Kennedy.
Lee Harvey Oswald, o rejeitado, o detestável fracasso, matou o homem que, mais do que qualquer homem na face da terra, personificava todo o sucesso, beleza, riqueza e amor familiar que lhe faltavam. Ao disparar aquelas balas, utilizou a única habilidade que adquirira em toda a sua miserável vida.
Os problemas pessoais de Oswald não justificam seu comportamento violento, é claro, e eu não tentaria absolvê-lo da culpa e responsabilidade. Mas uma compreensão de seu tormento interior e sua confusão ajuda-nos a vê-lo, não só como um perverso assassino, mas também como um homem digno de dó e derrotado em que se transformou. Em cada dia de sua vida, desde os solitários dias da infância até o momento televisionado de sua morte espetacular, Oswald experimentou a consciência esmagadora de sua própria inferioridade. Afinal, como geralmente acontece, sua angústia transformou-se em ira.
A maior das tragédias é que a situação angustiosa de Lee Harvey Oswald não é coisa fora do comum no mundo de hoje. Enquanto outros talvez reajam menos agressivamente, esta mesma percepção consumidora, de insuficiência, pode ser encontrada em todos os caminhos da vida- em cada vizinhança, em cada igreja e no ambiente escolar. É particularmente verdadeiro quanto aos adolescentes de hoje. Tenho observado que a grande maioria dos que estão entre os doze e os vinte anos de idade sentem-se amargamente desapontados com o que são e o que representam. Em um mundo que adora os “super-stars” e os homens-milagres, olham no espelho à procura dos sinais de grandeza, encontrando apenas um caso terminal de acne. A maioria desses jovens desanimados não admitirá o que sente porque dói reconhecer esses pensamentos íntimos. Oswald jamais tornou públicas as dúvidas que tinham de si mesmo e a sua solidão – nem lhe teríamos dado ouvidos se o fizesse. Assim, grande parte da rebeldia, insatisfação e hostilidade dos adolescentes emana dos sentimentos avassaladores e incontroláveis de inferioridade e incapacidade que, raramente, encontram expressão verbal.
Os adolescentes não estão de modo nenhum sozinhos nesta desvalorização pessoal.  Cada idade apresenta suas ameaças próprias e únicas ao amor próprio. Como pretendo discutir, as criancinhas sofrem tipicamente de uma severa perda de status durante os mais tenros anos de infância. Do mesmo modo, a maioria dos adultos ainda está tentando conviver com a inferioridade experimentada no começo da vida. E estou convencido que a senilidade e a deteriorização mental no fim da vida frequentemente resultam da crescente percepção que os idosos experimentam de que estão vivendo em um mundo exclusivamente de jovens; no qual rugas, dores lombares e dentaduras são assuntos de zombaria; onde suas ideias estão fora de moda e sua existência infinita é um peso. Este sentimento de inutilidade é recompensa especial que reservamos para os sobreviventes da vida, e não me surpreendo que os idosos frequentemente “desliguem-se” intelectualmente.
Assim, se o sentimento de incapacidade e inferioridade são tão universalmente dominantes em todas as idades da vida atual, temos de nos perguntar “por quê” ? Por que nossos filhos não podem crescer aceitando-se como são? Por que tantos sentem que não são amados e que são detestáveis? Por que nossos lares e escolas produzem mais desespero e autodesprezo em lugar de confiança, calma e respeito?
Extraído do livro “Esconde-Esconde” do Dr. James Dobson

P.S_ Sei que existem controvérsias quanto ao verdadeiro autor da morte do presidente, de qualquer forma o texto acima serve de reflexão para construção da imagem adulta!

domingo, 3 de julho de 2011

Coisas que você não fez

Lembra-se do dia em que tomei emprestado o seu carro novo e o amassei?
Pensei que me mataria, mas você não me matou.
E lembra-se da vez em que o arrastei para a praia e você disse que ia chover, e choveu?
Pensei que ia dizer “Eu não disse?” Mas você não disse.
Lembra-se da vez em que namorei todos os caras para lhe fazer ciúmes, e consegui?
Pensei que você me largasse, mas você não largou.
Lembra-se da vez em que derramei torta de morango em cima do tapete do seu carro?
Pensei que fosse me bater, mas não bateu.
E lembra-se da vez em que me esqueci de avisar que a festa era a rigor, e você apareceu de jeans?
Pensei que fosse me largar, mas não me largou.
É, houve uma porção de coisas que você não fez.
Mas me aguentou, e me amou, e me protegeu.
Havia muitas coisas que eu queria lhe retribuir quando você voltasse do Vietnã.
Mas você não voltou.
Anônimo
Você pode perdoar? Pode dizer: “Eles também são gente” e abraçá-los? Então tome seu ser e o abrace. Torne a descobrir que você é especial, que é singular, que é maravilhoso, que em todo mundo só há um você! Abrace-se, meu bem! Claro que você está confuso, e às vezes faz burrice, mas a coisa mais maravilhosa em você é que, esteja onde estiver, tem o potencial para se desenvolver. Está apenas começando. Agora só há isto de você, e há uma quantidade infinita para descobrir e encontrar! Não perca tempo chorando! Perdoe os outros! Perdoe você mesmo! Perdoe-se por não ser perfeito. E aceite a responsabilidade de sua própria vida.
Leo Buscaglia- Vivendo, Amando e Aprendendo

terça-feira, 24 de maio de 2011

Vivendo, Amando e Aprendendo!

 Queridos leitores, com muito prazer quero compartilhar com vocês, esse magnífico trecho do livro de Leo Buscaglia, extraído do livro “Vivendo, Amando e Aprendendo”, olha só quanto realismo em suas sábias palavras:

"De certo modo, porém, pequeno e secreto, cada um de nós é um pouco louco…No fundo, todos se sentem sós e querem ser compreendidos; mas nunca podemos entender inteiramente outra pessoa, e cada um de nós permanece meio estranho até para os que nos amam…Os fracos é que são cruéis; só se pode esperar a brandura dos fortes...Os que não conhecem o medo não são realmente valentes, pois a coragem é a capacidade de enfrentar o que se pode imaginar...
Compreendemos as pessoas melhor se olharmos para elas – por mais velhas ou imponentes que pareçam como crianças. Pois a maior parte de nós nunca amadurece, apenas fica mais alta ... a felicidade só se chega quando impelimos os nossos cérebros e corações aos extremos de que somos capazes...O objetivo da vida é importar – contar, representar alguma coisa, fazer com que a nossa vida conte alguma coisa".

Vale a pena ler "Vivendo, Amando e Aprendendo", esse livro mexeu profundamente comigo!
Abraços!