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domingo, 3 de julho de 2011

Coisas que você não fez

Lembra-se do dia em que tomei emprestado o seu carro novo e o amassei?
Pensei que me mataria, mas você não me matou.
E lembra-se da vez em que o arrastei para a praia e você disse que ia chover, e choveu?
Pensei que ia dizer “Eu não disse?” Mas você não disse.
Lembra-se da vez em que namorei todos os caras para lhe fazer ciúmes, e consegui?
Pensei que você me largasse, mas você não largou.
Lembra-se da vez em que derramei torta de morango em cima do tapete do seu carro?
Pensei que fosse me bater, mas não bateu.
E lembra-se da vez em que me esqueci de avisar que a festa era a rigor, e você apareceu de jeans?
Pensei que fosse me largar, mas não me largou.
É, houve uma porção de coisas que você não fez.
Mas me aguentou, e me amou, e me protegeu.
Havia muitas coisas que eu queria lhe retribuir quando você voltasse do Vietnã.
Mas você não voltou.
Anônimo
Você pode perdoar? Pode dizer: “Eles também são gente” e abraçá-los? Então tome seu ser e o abrace. Torne a descobrir que você é especial, que é singular, que é maravilhoso, que em todo mundo só há um você! Abrace-se, meu bem! Claro que você está confuso, e às vezes faz burrice, mas a coisa mais maravilhosa em você é que, esteja onde estiver, tem o potencial para se desenvolver. Está apenas começando. Agora só há isto de você, e há uma quantidade infinita para descobrir e encontrar! Não perca tempo chorando! Perdoe os outros! Perdoe você mesmo! Perdoe-se por não ser perfeito. E aceite a responsabilidade de sua própria vida.
Leo Buscaglia- Vivendo, Amando e Aprendendo

terça-feira, 24 de maio de 2011

Vivendo, Amando e Aprendendo!

 Queridos leitores, com muito prazer quero compartilhar com vocês, esse magnífico trecho do livro de Leo Buscaglia, extraído do livro “Vivendo, Amando e Aprendendo”, olha só quanto realismo em suas sábias palavras:

"De certo modo, porém, pequeno e secreto, cada um de nós é um pouco louco…No fundo, todos se sentem sós e querem ser compreendidos; mas nunca podemos entender inteiramente outra pessoa, e cada um de nós permanece meio estranho até para os que nos amam…Os fracos é que são cruéis; só se pode esperar a brandura dos fortes...Os que não conhecem o medo não são realmente valentes, pois a coragem é a capacidade de enfrentar o que se pode imaginar...
Compreendemos as pessoas melhor se olharmos para elas – por mais velhas ou imponentes que pareçam como crianças. Pois a maior parte de nós nunca amadurece, apenas fica mais alta ... a felicidade só se chega quando impelimos os nossos cérebros e corações aos extremos de que somos capazes...O objetivo da vida é importar – contar, representar alguma coisa, fazer com que a nossa vida conte alguma coisa".

Vale a pena ler "Vivendo, Amando e Aprendendo", esse livro mexeu profundamente comigo!
Abraços!