quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Lei da semeadura: você colhe o que semeia!

Não se engane, alguém já semeou feijão e colheu abóboras?
 A cada dia que vivemos semeamos alguma coisa em um solo espiritual,  mágoas, ira, desonestidade, desamor.
Quantas vezes seus pais o aconselharam e você achou intrusão da parte deles, que amavelmente queria indicar uma escolha certa, baseada na maturidade por eles alcançada?
Você se promoveu, mesmo para que isso tivesse que mentir, caluniar, sabotar?
Você deixou de aceitar e dar amor a alguém pela desconfiança?
Maltratou as pessoas? Sentiu-se superior ao ponto de achar que as pessoas eram desprezíveis, desprovidas de potencial algum?
E as vezes que seus familiares quiseram estar juntos contigo pelo simples fato de curtir sua presença, relembrar o passado, as brincadeiras de infância, seu crescimento, suas lutas e sucessos, mas você, você, nunca se importou com nada!
Nesse solo fértil chamado VIDA, com certeza semeamos muitas coisas, acredito que se existe um campo físico, também há um campo espiritual, esse campo afeta toda nossa alma (pensamento, vontade e emoção), e é neste campo que semeamos e colhemos no nosso emocional toda nossa satisfação ou descontentamento!
Reclama de seu estado hoje? Olhe para o ontem... O que semeou?
E você que passa por situações que julga não merecê-las, continue semeando o bem, uma hora qualquer verá que será muito abençoado!
Nunca se esqueça: seu futuro depende do que você põe em prática hoje!

Denilson

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Epifania Desconcertada!

   A clara permanência desse corpo dito limpo, dessa essência tratada como pura, e desse  sentimento de amargura, me incomoda. Incomoda-me ao ponto de fazer-me em ímpeto buscar uma nova essência, que não seja perfeitamente pura, mas humana, despida de vergonhas. E quando todo esse desconforto tornar-se prazer, tudo seguirá de forma única, e, por conseguinte me formo em um novo turbilhão de hipóteses. Hipóteses que despendem o novo, inconstante e insustentável rumos, deixando do turbilhão, apenas uma palavra: interrogação!
Sonhar eternamente é uma clara alternativa. Seria o mundo diferente sem a minha presença em disparada? O mundo ficaria em desconforto com o meu sapato velho sem caminhos? Choraria o velho porteiro sem o meu perfume no ar? Meu anelo desesperado, inclina minha alma febril de descobertas à tortura, será que a alguém eu cativei?
Pensamentos desvairados sem algum sentido, vértices desconexos, catarses por libertação, diminuta e imprudente insanidade mental. Loucura audaz, permissiva, assustadora, prazerosa, inquietante, recôndita sanidade, leva-me a macular meu ser. Uma travada batalha entre o que se se vive, e o que se estima viver; cansativa tortura por pensar que perecer é um futuro certo. Cabe das lamentações despejadas, uma alternativa, descubro ou abandono-me no ócio de minha essência! Um bom soldado protege-se da sua própria armadura, para que tenha a oportunidade de combater mundo afora.
HEIZ, Guilherme – Rio de Janeiro
DAVID, Denilson - São Paulo
25/01/2011

Eu e um novo amigo, excelente crítico literário, compusemos essa prosa poética. Em vermelho (Guilherme), em branco (eu)!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Esqueça se ele (a) não te ama!

Esqueça..se ele não te ama
Esqueça..se ele não te quer
Não chore mais, não sofra assim...(Roberto Carlos)


Hoje é dia de dar um basta nesse sofrimento por alguém que não lhe quer!
Você já fez de tudo para conquistar alguém? Já se declarou direta ou indiretamente para o ser amado (a)?
Até será escravo (a) emocional de alguém? 
Até quando suplicará um pouco de atenção, até quando acordará de madrugada e ficará pensando nos momentos que tiveram ou que poderão ter?
          Prezado leitor (a) minha sugestão é para que você se ame mais, o amor próprio despojado de prepotência tem o poder de nos elevar, então se eleve!
 Caso você já fez de tudo para alguém e não obteve o retorno que esperou, pense o seguinte:
       “coitado (a), não soube o que perdeu”!
         Exatamente isso, temos a capacidade de dar amor, isso não garante que receberemos o retorno, mas se damos carinho, é porque o temos, faz parte de nossa essência e quem não recebe como deveria, ainda não evoluiu, não nos merece!
 Denilson

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

POR QUE MARILYN MOROE MORREU?

Marilyn Monroe ostentava o poder através de roupas glamorosas, da beleza indiscutível, da fama agregada a sua imagem, enfim, personificou o glamour em Hollywood.
Você já percebeu que muitas pessoas que se tornaram celebridade, se perderam em meio ao triunfo?
Poderia citar aqui uma lista de famosos brasileiros e estrangeiros que transformaram a glória alcançada em um inferno: Raul Seixas, Cássia Eller, Michael Jackson, Elvis Presley, dentre outros.
Você pensa que aquisição material, ascensão social é sinônimo de felicidade?
Caso você pensa dessa forma, tal pensamento indica necessidade de urgente mudança.
Penso que Marilyn Moroe e tantos outros artistas não souberam cristalizar em sua personalidade as coisas essenciais da vida, o apreço pela simplicidade, a valorização indispensável da essência invisível foram substituídas pela busca desenfreada do prazer imediato, pelo cuidado obstinado com a beleza e a conquista exterior, o SER foi substituído pelo TER.
Marilyn Moroe, a grande musa, morreu pela sobredose de calmantes e barbitúricos, como tantos famosos, como outros que estão no anonimato, mas que não cuidam da beleza interior e buscam resolver o sofrimento através das drogas, a artificialidade é tão presente, que buscam em substâncias externas, o que somente pode ser alcançado pela busca interior, pela percepção de quem é e do objetivo a si conferido!
Quando não cuidamos do nosso interior, certamente anulamos a felicidade, nos tornamos como animais irracionais e nunca nos damos por satisfeitos.
             Conquista sem maturidade e sabedoria é sinônimo de alcoolismo, dependência química, orgia, insensatez, solidão, por fim: MORTE!
E aí, que tal cuidar da sua essência?
            Denilson

domingo, 16 de janeiro de 2011

“Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.” 
 Charles Chaplin

sábado, 15 de janeiro de 2011

Interiorização...

Hoje fiquei calado, resolvi transportar-me ao meu interior...
Sobre mim nuvens de incertezas e alguns focos de luz, mesclam-se...
Mesclam-se, abrem-se como aves fugitivas das suas perturbações !
Não me incomodo de sentir o chão, eles estão distintos aos meus pés, que por ele, é sustentado!
É tudo assim...intrigante...como minha existência!
Não me vejo como sou, estendo-me além horizonte...
Águas agitam-se, por sua misteriosa forma...
Vou levando, cada passo incessante, sem medo do futuro, pois hoje...
Resolvi transportar-me ao meu interior!
Denilson

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Nostalgia!

Ah,  esse passado, nostálgico...
Esse cenário em preto e branco...
Essa noite sem estrelas,
Essa distância quilométrica...
Corrosiva dor, inexplicável fonte de fel,
Oh, céus...Descortinai os astros,
Colori a vida com seus regaços de felicidade,
Reduzi a tormenta!
Denilson